sábado, 2 de fevereiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
...palavras. Soltas.
Apeteceu-me sentar-me e escrever. Podia escrever sobre tanta coisa. Podia escrever sobre coisa nenhuma. Acabei por me sentar e escrever palavras. Soltas.
Fui à festa do bairro. Ver o meu Mártir, o Mártir S. Sebastião. [Sebastião era um soldado que se teria alistado no exército romano cerca de 283 (depois da era comum) com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos que via enfraquecer diante das torturas.(Wiki)] Estavam lá os meus meninos a cantar, sem mim, com o Rui (Obrigado por tudo!).. Senti-me triste e queria ver se lá voltava. Estava lá, claro, muita gente que me conhecia e já não via algum tempo. Sou sincero: cansei-me de cumprimentar tanta gente!
Cheguei a casa tomei (outro) banho e vesti-me de uma maneira estranha (leia-se: Bastante colorido!), espreitei
os blogs que tenho nos favoritos do Firefox e deicidi procurar as imagens que queria para o próximo post. Não encontrei nada.
Depois de ter escrito isto tudo perguntei-me se valia a pena postar algo tão fútil. Depois
pensei: “Ai Felipe, postas fotografias do calendário do Domenico e do Stefano, postas vídeos sobre a Britney Spears e não podes postar sobre ti?” Lembrei-me depois do meu tio e decidi por uma foto para ele. A ele um abraço orgulhoso! (Livra-te de não comentares!)
sábado, 19 de janeiro de 2008
Uma conversa...
Não deves estar na net... mas como não te respondi à mensagem achei que podia deixar-te aqui umas palavras..
Não sei muito bem com estou em relação a isso mas não é coisa que me preocupe muito porque sei que não vai dar em nada... que se lixe...
Merd* para isto tudo. Não que seja mau... mas é uma put* duma monotonia...
O que é que é monotonia?
tudo... sei lá… Os dias são cada vez mais iguais
e tu, como tas?
na mesma... como tu... sei la
Estou tão farto disto
QUERO VIVER
Preciso de uma razão para fazê-lo
Viver livremente sem pensar em certas consequências?
não sei...
viver
hoje.. sinto um aperto estranho em mim...
senti-o quando cheguei a casa. aquela dor que me fez parar, curvar-me sobre mim e pensar que NÃO quero viver a cinzento
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Dolce&Gabbana
A minha selecção das melhores fotografias escolhidas para o calendário entre dezenas pelo siciliano Domenico Dolce e pelo vêneto Stefano Gabbana.
For DG, David Gandy photographed by Mariano Vivanco.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Eis-me a mim, Narciso.
Quando Narciso morreu, vieram as Oréiades deusas do bosque e viram o lago transformado de um lago de água doce, num cântaro de lágrimas salgadas.
- Porque choras? - perguntaram as Oréiades.
- Choro por Narciso. - disse o lago.
- Ah, não nos espanta que chores por Narciso. - Continuaram elas. - Afinal de contas, apesar de todas nós sempre corrermos atrás dele pelo bosque, tu eras o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza.
- Mas Narciso era belo? - perguntou o lago.
- Quem mais do que tu poderia saber disso? - responderam, surpresas, as Oréiades. - Afinal de contas, era nas tuas margens que ele se debruçava todos os dias!
O lago ficou algum tempo silencioso. Por fim disse:
- Eu choro por Narciso, mas nunca tinha percebido que Narciso era belo.
Choro por Narciso, porque todas as vezes que ele se debruçava sobre as minhas margens eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza reflectida.
Texto retirado do livro "O Alquimista" de Paulo Coelho


