sábado, 19 de janeiro de 2008

A ouvir...

Je suis en vie de Gregory Lemarchal

Uma conversa...

um (quase) copy-paste...

Não deves estar na net... mas como não te respondi à mensagem achei que podia deixar-te aqui umas palavras..

Não sei muito bem com estou em relação a isso mas não é coisa que me preocupe muito porque sei que não vai dar em nada... que se lixe...


Merd* para isto tudo. Não que seja mau... mas é uma put* duma monotonia...

O que é que é monotonia?

tudo... sei lá… Os dias são cada vez mais iguais

e tu, como tas?

na mesma... como tu... sei la

Estou tão farto disto

QUERO VIVER

Preciso de uma razão para fazê-lo

Viver livremente sem pensar em certas consequências?

não sei...

viver

hoje.. sinto um aperto estranho em mim...

senti-o quando cheguei a casa. aquela dor que me fez parar, curvar-me sobre mim e pensar que NÃO quero viver a cinzento



Quem é quem?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Dolce&Gabbana

The new 2008 photographic calendar featuring David Gandy.

A minha selecção das melhores fotografias escolhidas para o calendário entre dezenas pelo siciliano Domenico Dolce e pelo vêneto Stefano Gabbana.






For DG, David Gandy photographed by Mariano Vivanco.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Eis-me a mim, Narciso.

Narciso era um belo rapaz que todos os dias ia contemplar a sua própria beleza num lago. Estava tão fascinado por si mesmo que certo dia caiu dentro do lago e morreu afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que chamaram de narciso.

Quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram o lago transformado de um lago de água doce, num cântaro de lágrimas salgadas.

- Porque choras? -– perguntaram as Oréiades.

- Choro por Narciso. - –disse o lago.

- Ah, não nos espanta que chores por Narciso. - Continuaram elas. –- Afinal de contas, apesar de todas nós sempre corrermos atrás dele pelo bosque, tu eras o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza.

- Mas Narciso era belo? -– perguntou o lago.

- Quem mais do que tu poderia saber disso? - – responderam, surpresas, as Oréiades. - Afinal de contas, era nas tuas margens que ele se debruçava todos os dias!




O lago ficou algum tempo silencioso. Por fim disse:

- Eu choro por Narciso, mas nunca tinha percebido que Narciso era belo.
Choro por Narciso, porque todas as vezes que ele se debruçava sobre as minhas margens eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza reflectida.”


Texto retirado do livro "O Alquimista" de Paulo Coelho

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

LEAVE BRIT ALONE!! hehe

Tinha que partilhar isto convosco. São poucas as vezes em que rio tanto com um vídeo do YouTube. Vejam!


quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Meu Inverno, com trovoada e previsão de suicidio, de São Martinho

(Texto escrito a 10 de Novembro, às 21h46. O que nele estiver relatado diz respeito, única e exclusivamente a esse momento.)





Oh Yemanjá, que minhas lágrimas hoje aparaste em Tuas águas, diz-me como podem tanto desiludir-nos as pessoas que achas (mais-ou-menos??) integras. Como podemos olhar para alguém e gostar só por ser Alguém.





Sim… Eu sei que, apesar dos meus 19 anos e 361 dias, continuo a sentir-me sozinho. Não me bastam os amigos, e eles que me perdoem, mas preciso de algo mais. Preciso de alguém com que dividir tristezas e alegrias, choros e sorrisos. Alguém com quem dividir a minha vida. Com quem me dividir.


Preciso de…


Oh.. Já nem sei se sei o que preciso, o que quero, o que gostaria de precisar e de querer.


Ali, à janela, canta-se, dança-se, comem-se castanhas.. não se sente a minha falta. Lá fora faz frio mas, apesar disso, na praia senti-me bem: apanhei ar, respirei fundo e vim capar de não lhe responder mal… Amanhã vai doer-me como à muito não doía. Estou sem voz. Não vou ler, não vou sequer cantar. Oh… Também não me apetece tocar.. Estou mesmo stressado, triste e desiludido com muitas coisas.




Dizia uma letra de uma música brasileira que por ai encontrei (a letra, porque a música nunca a ouvi…)


Eles são assim, por Natureza
Vivem dominados pela sua vaidade
Correm impulsados por suas ânsias de ganhar e nada mais
Põem o cérebro, nunca o coração, fodem como corvos ao teu redor
E ao sexo chamam amor

Eles são assim desde a Pré-história
Seguem os caprichos da sua vontade
Quando têm tudo, sempre querem muito mais
É o normal

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

pizza sem pão???



- Desculpa.. Não vou conseguir chegar a casa a tempo do jantar. Tenho reunião extraordinária com o Gabinete de Marketing e Publicidade e com o Gabinete de Criatividade - Devias estar cá, se não estivesses em recobro . Não pude mesmo adiar. Desculpa amor.. Estás melhor? Eu prometo que despacho isto rápido.

Respiro fundo antes de ser capaz de te responder:
- Não faz mal. O Eng. Ricardo tem as propostas que preparei, espero que ele não deixe aquilo passar ao lado da administração. Tu como Presidente livra-te de ignorares os meus projectos. Eu já tos mostrei por isso sei que não há problema. – Para um segundo, o pós-operatório é tramado – Não te preocupes comigo que estou bem… Cansado, ainda me custa respirar mas estou bem…
- Ainda bem. Comeste em condições hoje? Já é a tua terceira refeição normal e não me parecer que andes a comer grande coisa. Vou encomendar uma pizza para ti hoje. E não te queixes.
- Mas amor..
- Nem mas nem meio mas… Sei que gostas de pizza e que te vai fazer bem comer alguma coisa que se aproveite.
- E pizza é comer que se aproveite, claro… Mas está bem.. Encomendas por mim? Não me apetece ir procurar os flyers.
- Claro que sim.. Eu ligo. E já te mando mensagem a dizer-te o preço – Tens dinheiro na carteira?
- Tenho sim! És um anjo. Amo-te
- Oh.. Também te amo muito. Beijo

E desligaste. Fico a dever-te um beijo.








“Palla Pizza, uma pizza do mar...” Foi o que ouvi do outro lado do vídeo-porteiro quando a campainha tocou.
E a verdade é que paguei dez euros por uma pizza e a pizza era uma grande porcaria. Vinha toda fora do pão, os camarões vinham mal cozidos e os pimentos era umas tiras mal cortadas, finíssimas e eram quase só “pele”. Resumidamente só comi tudo por tua causa.

Obrigado.